Automedicação... !
Parece exagero, mas o uso de medicamento, mesmo
o mais simples e corriqueiro comprimido para dor de cabeça, exige
do paciente responsabilidade e boa dose de informação. Um
remédio ingerido indevidamente pode matar. Apesar do perigo, a grande
maioria dos brasileiros se automedica ou segue conselhos de quem não
tem formação profissional para tanto.
O correto é consultar
um médico sempre que preciso.
Marcada a hora no médico, é importante
que alguns procedimentos sejam seguidos.
Não chegue atrasado à consulta,
mantenha a calma e seja prático.
Leve a lista dos remédios
que já tomou ou está tomando, mais os resultados de exames.
Não esqueça de relatar tudo o que sentiu ou está sentindo (sintomas), os efeitos indesejáveis que você observou quando tomou os remédios, ou se tem algum tipo de alergia a medicamentos, se você se consultou com outros médicos, o que lhe foi receitado e as orientações que recebeu para o tratamento.
Fique atento quando o médico lhe entregar a receita. Não tenha vergonha de pedir que ele leia e lhe explique o que está escrito. Não volte para casa com dúvidas, faça perguntas, principalmente sobre o nome, a dosagem e a forma de apresentação do medicamento, assim como quantas caixas ou vidros devem ser comprados. Esclareça o quanto do produto deve ser tomado de cada vez, quantas vezes por dia e em que horários. Pergunte se remédio deve ser ingerido junto com algum alimento ou bebida e por quanto tempo você deverá tomá-lo. Por fim, informe-se sobre a necessidade, ou não, de uma segunda consulta.
Não esqueça ainda de anotar o número do telefone do médico para contato em caso de emergência, ou mesmo quando não encontrar os medicamentos receitados.
Fique atento quando o médico lhe entregar a receita. Não tenha vergonha de pedir que leia tudo o que está escrito.
Após a consulta, tome os remédios
indicados o mais rápido possível. Procure comprá-los
em farmácias de sua confiança ou nas grandes redes de farmácias.
Confira um por um, os medicamentos separados pelo balconista: veja se o
que está escrito na embalagem coincide com o que está marcado
na receita, inclusive a quantidade.
Verifique o prazo de validade, o preço
e pergunte se tem direito a algum desconto.
Preste atenção
também se as caixas dos remédios estão em boas condições:
bem fechadas, sem manchas ou amassadas, lacradas, limpas e sem apresentar
frasco ou tampa estufados.
Ao chegar em casa, faça uma tabela (pode
ser uma folha de cartolina), escreva os nomes dos medicamentos e os horários
certos de tomá-los. Coloque o seu cartaz em lugar visível.
Para facilitar sua vida, adapte os horários dos remédios
com seus hábitos: acordar, comer, deitar, assistir novela ou programa
de televisão preferido.
Procure não ingeri-los de madrugada
para não atrapalhar o sono, a não ser que seja um antibiótico.
Outras dicas são importantes:
- Não confie na memória, procure ler a receita pelo menos duas vezes.
- Coloque etiqueta/rótulo na embalagem do medicamento, marcando dia, hora, dose e quantidade.
- Mantenha todo medicamento em local fresco, arejado, longe do sol e seguro (fora do alcance de crianças), porém de fácil lembrança.
- Se esquecer de ingerir seu remédio, espere para tomá-lo no próximo horário. Só dobre a dose para compensar a falha se seu médico assim recomendar.
- Não tome medicamento no escuro. Procure locais iluminados para ter certeza de que o remédio é aquele mesmo que deve tomar.
- Quando sair de casa ou viajar, utilize um estojo porta-comprimidos e leve-o no bolso com os remédios necessários.
- Não utilize a mesma receita mais de uma vez - um remédio usado para combater uma doença numa época pode causar mal estar em outra oportunidade.
- Todo medicamento deve ser ingerido com um copo cheio de água, a não ser que o médico mande tomar com outro líquido.
- Nunca misture bebida alcoólica - o álcool
tem efeito diurético, eliminando a ação do medicamento
pela urina.
Atenção: a mistura de álcool com calmantes ou soníferos pode matar. - Evite tomar vários remédios ao mesmo tempo. Só o faça mediante orientação médica.
- Alguns analgésicos e antiinflamatórios irritam o estômago. Por isso, pergunte ao médico se você deve tomá-los quando estiver alimentado.
- Jamais interrompa o tratamento sem ordem médica
e nem mude a posologia, mesmo que os sintomas tenham desaparecido.
fonte:Ache
- A maioria dos medicamentos são sensíveis à luz.
Portanto, conserve-os sempre na sua embalagem original, que foi extensivamente
testada para proteção do produto.
É importante que
todo e qualquer medicamento fique ao abrigo da luz direta.
- Entre os vilões que deterioram medicamentos, a umidade é um dos mais importantes. Mesmos as soluções devem ser protegidas da umidade, pois esta tem efeito deletério sobre a rotulagem do produto. Mantenha os medicamentos em local seco, preferencialmente em prateleiras, afastados das paredes.
- O calor é outro grande vilão
que atua contra a qualidade: a princípio todo e qualquer medicamento
deve ser conservado em temperaturas inferiores a 25ºC.
Contudo, vários
medicamentos requerem condições especiais de conservação
e transporte. Leia atentamente na embalagem externa as condições
indicadas de temperatura e armazenagem respeitando-as sempre.
-. Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.
- Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.
- Atenção com as pragas domésticas.
Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos,
roedores e aves.
Periodicamente, você deve providenciar a higienização
do local, tendo o cuidado de proteger os medicamentos do contato com substâncias
utilizadas na limpeza.
A colocação de telas finas nas janelas é uma
medida barata e eficaz contra a maioria das pragas domésticas.
- Deve-se evitar a colocação de
ralos no local de armazenagem de medicamentos.
Caso não seja possível,
assegure para que sejam sifonados e tampados quando não utilizados.
fonte:Ache
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