Vegetarianismo... porque não?

Escrito por Rosimary Luz de Olliveira
Nutricionista clínica
Nos dias de hoje ser vegetariano para muitos é uma questão de principio e de filosofia.
Para muitos é um proposta de um retorno a uma vida mais saudável onde, principalmente, passemos a viver e nos alimentar sem a necessidade de sacrificar animais.
Outras escolas vegetarianas mencionam que a ingestão de carnes é desnecessária ao organismo humano, contribuindo até para uma maior agressividade da personalidade.
Vegetarianismo não significa que deriva da palavra vegetal, mas sim vem do latim de forte, saudável.
O vegetarianismo está dividido em ovo-lacto-vegetariano, lacto - vegetariano e vegano.
Ovo – lacto – vegetariano: não come carne mas ingere ovos, leite e seus derivados
Lacto – vegetariano: não come carne, nem ovos, mas ingere leite e derivados do leite.
Vegano: não come carne e evita qualquer produto que tenha origem animal, como vestimenta com couro, lã etc.
Alimentação macrobiótica: ela não é uma dieta alimentar, mas sim uma filosofia de vida, onde seus adeptos aprendem a combinar as forças Yin e Yan que dão o equilíbrio a vida.

Pela pirâmide alimentar vegetariana, a parte mais
larga compreende um maior consumo de cereais e grãos de preferência
os integrais (macarrão, arroz, pães , milho, trigo, cevada,
soja, etc).
Estes contribuem para o aporte de energia.
São ricos em vitaminas do complexo B e ferro.
Uma das melhores opções é a quinoa considerado por muitos
como o cereal dos Deuses, pois tem uma boa parte de aminoácidos.
Frutas, verduras e legumes:
Têm um alto valor nutricional por serem ricos em vitaminas, minerais
e fibras.
Ajudam na diminuição do colesterol ruim, como na pirâmide
alimentar normal.
O que muda , no caso da pirâmide alimentar vegan e macrobiótica é a
exclusão das carnes, leite e ovos.
Nestes casos, é substituída pelos feijões, pela soja
e pelos oelaginosos que tem a maior fonte protéica. E o leite passa
a ser o de soja e o queijo o tofu.
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