morcegos III

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Ataques de Morcegos

 

Morcego
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Dicas para evitar incômodos e acidentes

- Evite sempre o contato direto com qualquer morcego, vivo ou morto.

- Lembre-se: qualquer espécie pode estar infectada com o vírus da raiva.

- Não provoque um morcego, nem tente capturá-lo.

- Caso se constate a presença de morcegos fitófagos, procure orientação especializada.

- Se um morcego entrar em sua residência, feche as portas que dão acesso às dependências da casa, deixe as janelas abertas para o animal sair (no crepúsculo). Tente espantá-lo, com ajuda de um pano.

- Caso se constate a presença de morcegos em edificações, procure orientação especializada e proceda da seguinte maneira:
verifique os espaços abertos de entrada e saída dos animais no abrigo;
feche gradativamente esses espaços, deixando apenas uma saída;
após a saída dos animais, vede esse ponto provisoriamente (com jornais ou panos);
no dia seguinte, antes de escurecer, retire esta vedação para a saída dos animais que tenham eventualmente permanecido no abrigo, e feche novamente;
proceda à vedação definitiva;
nunca utilize produtos químicos para desalojá-los.

 

 

Acho que fui mordido por um morcego. O que faço?

É bastante raro o ataque de morcegos-Hematófagos em áreas urbanas.
Uma mordida de morcego hematófago ao se alimentar é muito característica. A pele é arrancada com os incisivos e caninos. Extenso sangramento é observado após uma mordida de morcego-hematófago. Ao acordar você encontrará grandes manchas em sua roupa de cama.
Tal ferimento difere grandemente da mordida efetuada por morcegos não hematófagos, que se resume a 2 ou mais furos na pele.

De qualquer forma, ao ser constatada uma mordedura de morcego, hematófago ou não, você deve procurar atendimento médico para receber o tratamento vacinal anti-rábico.
Fonte: RioZoo

 

 

Transmissão da raiva por morcegos

Segundo dados da Fundação Nacional de Saúde, o morcego é a segunda espécie transmissora de raiva para humanos em nosso País:cerca de 12% dos casos humanos são transmitidos por morcegos.

Foram identificados alguns fatores que se repetem nos focos de raiva humana transmitida por morcegos hematófagos, tais como: sua ocorrência em pequenos povoados; mudanças no processo produtivo; presença de pequeno número ou ausência de herbívoros; habitações vulneráveis e difícil acesso aos serviços de saúde.

A predação de morcegos, principalmente por felinos, é outro risco de transmissão da raiva humana e um importante elo entre o ciclo rural e o ciclo urbano da doença, ao qual se deve dar a máxima atenção.

É necessário ressaltar também, a enorme importância dos morcegos hematófagos na transsmissão da raiva dos herbívoros, que vem aumentando acentuadamente no Brasil e cujo controle só é possível com o controle sistemático da população de morcegos e a vacinação maciça.

A raiva urbana, em cães e gatos, vem sendo atualmente relacionada à cepa comumente isolada em morcegos hematófagos, interrelacionando, mais uma vez, o ciclo rural e o ciclo urbano.

 

 

O que fazer quando agredido por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a raiva

- Lavar imediatamente o ferimento com água e sabão.

- Procurar com urgência o Serviço de Saúde mais próximo.

- Não matar o animal, e sim deixá-lo em observação durante 10 dias, para que se possa identificar qualquer sinal indicativo da raiva.

- O animal deverá receber água e alimentação normalmente, num local seguro, para que não possa fugir ou atacar outras pessoas ou animais.

- Se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento, voltar imediatamente ao Serviço de Saúde.

- Nunca interromper o tratamento preventivo sem ordens médicas.

- Quando um animal apresentar comportamento diferente, mesmo que ele não tenha agredido ninguém, não o mate e procure o Serviço de Saúde.
fonte: Instituto.Pasteur

 

 

 

 

 

 

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