Conselhos práticos !

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Solicitar ao médico um tratamento personalizado por escrito para
o controle da asma, que se adapte a horários e estruturas de vida.
O plano deve incluir os medicamentos a serem administrados e os fatores desencadeantes
que devem ser evitados.
Saber reconhecer os sintomas da asma.
Evitar os possíveis fatores desencadeantes.
Seguir o tratamento e conhecer as medicações.
Saber o que fazer em uma situação de emergência.
No caso de crianças com asma é importante compartilhar medidas
e informações sobre a doenças com os professores e com
os que cuidam da criança.
É importante que as reações, ações e emoções
dos pais, ligadas a uma crise de asma de seu filho, estejam direcionadas
a minimizar o impacto sobre a criança, a fim de que adquira um conceito
de que o tratamento da doença e o controle são possíveis.
Não fumar e evitar ambientes onde se fume.
Recomenda-se que os pais comuniquem aos professores da escola, ao início
do ano letivo, as possíveis limitações que a criança
possa vir a ter (informação que os pais deverão ter
solicitado previamente ao médico), bem como sobre os tratamentos que
utiliza, especialmente quando se trata de fazer exercícios. É muito
importante não exagerar sobre a doença e nem superproteger
a criança, e tampouco tratá-la de forma diferente pelo fato
de ter asma. Trata-se de tentar diminuir a ansiedade que possa provocar a
doença e evitar atitudes evasivas por parte da criança ao realizar
exercícios, bem como vergonha por ter que tomar remédios na
escola.
Toda pessoa com asma ou alergia deverá considerar uma série de indicações antes de sair de viagem. A Academia Americana de Asma, Alergia e Imunologia recomenda:
- Considerar as mudanças no ambiente que possam afetar as alergias
ou a asma. O clima e a temporada do local de destino trarão irritantes
e substâncias alérgicas específicas. Em climas úmidos
tropicais existe maior exposição ao pólen, ácaros
e mofos; por sua vez, o ar muito frio e seco pode ser um fator desencadeante
de crises de asma.
- Antes de uma viagem longa de carro, verificar o aquecimento ou o ar condicionado
e abrir as janelas durante 10 minutos antes de entrar, para evitar os possíveis ácaros
de pó ou mofo que possam existir.
- Em caso de alergia ao pólen, viajar com os vidros do carro fechados.
- A contaminação do ar exterior pode piorar os sintomas ao
viajar de carro; por isso, sugere-se viajar bem cedo pela manhã ou
tarde da noite, quando a qualidade do ar é melhor, devido a um menor
fluxo de veículos.
- Em caso de viagens de avião, prestar atenção aos
alimentos já que geralmente eles provêm de fornecedores independentes,
o que torna difícil que a tripulação a bordo indique
os ingredientes do alimento.
- As pessoas com eczema devem tomar cuidado especial com a exposição
ao sol ou à água, que pode piorar os sintomas.
- Tomar cuidado com os quartos de hotel, pois em muitos casos contêm
grandes concentrações de ácaros e pó presentes
em carpetes, colchões e móveis estofados. Em alguns casos,
o cheiro de produtos de limpeza pode ser também um problema para pessoas
com asma.
- Atividades como acampamentos podem aumentar o contato com determinados
agentes alérgicos como, por exemplo, o pólen ou alguns insetos. É importante
tomar os cuidados necessários e contar com os medicamentos adequados.
- Esquiar ou praticar esportes de inverno pode não ser muito recomendável
para algumas pessoas com asma, uma vez que o ar muito frio é um fator
desencadeante de agravamento.
- Uma pessoa com sintomas instáveis de alergia ou asma não
estável
deve consultar o médico e submeter-se a um exame antes de realizar
uma viagem.
- É importante levar sempre todos os medicamentos necessários
em uma bolsa ou maleta de mão.
- Levar um medidor de fluxo máximo e ter à mão medicamentos
de resgate em caso de uma crise.
- Em caso de fuso horário diferente, calcular as diferenças
a fim de manter constantes as doses de medicamentos.
- Ter seguro médico para viagens e todos os telefones necessários,
caso haja uma urgência médica.
fonte: msd-brazil
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