Problemas em bombas centrifugas !

fonte: schneider
- A canalização de sucção e a bomba não estão completamente cheias de água
- Profundidade de sucção elevada (maior do que 8 mca ao nível do mar)
- Entrada de ar pela canalização de sucção (nível de água muito baixo)
- Válvula de pé presa, parcial ou totalmente entupida
- Motor com sentido de rotação invertido
- Altura de recalque maior do que aquela para a qual a bomba foi dimensionada
- Canalização de sucção e recalque de pequeno diâmetro ou obstruída
- Corpo da bomba furado ou entupido
- Selo mecânico com vazamento
- Vazão e/ou pressão nulas ou insuficientes
- A canalização de sucção e a bomba não estão completamente cheias
- Profundidade de sucção elevada (maior do que 8 mca ao nível do mar);
- Entrada de ar pela canalização de sucção;
- Válvula de pé presa, parcial ou totalmente entupida, ou sub-dimensionada;
- Motor com sentido de rotação invertido;
- Altura de recalque maior do que aquela para a qual a bomba foi dimensionada;
- Canalização de sucção e recalque de pequeno diâmetro ou obstruída;
- Rotor da bomba furado ou entupido;
- Vedações da bomba defeituosas provocando entrada de ar;
- Corpo da bomba furado ou entupido;
- Selo mecânico com vazamento;
- Viscosidade ou peso específico do líquido diferente do indicado.
- Profundidade de sucção elevada (maior do que 8 mca para altitudes ao nível do mar)
- Entrada de ar pela tubulação de sucção ou pela válvula de pé (nível de água muito baixo)
- Nos sistemas de circuito fechado quando a tubulação de retorno da água cai em cima ou próxima da
tubulação de sucção ocorrendo a formação de bolhas de ar.
- Selo mecânico com vazamento
- Tubulação de sucção com vazamentos
- Líquido bombeado contendo ar
- Ligação errada dos fios
- Eixo empenado ou preso
- Platinado aberto
- Energia elétrica deficiente (queda de tensão ou ligação inadequada)
- Rotor arrastando na carcaça (caracol)
- Mancais ou rolamentos defeituosos ou sem lubrificação
- Motor em curto ou queimado
- Quando a motobomba estiver instalada de forma afogada ou seja, a água que a abastece chega por gravidade, e faltar água neste reservatório, se o acionamento do motor for por fluxostato, será necessário retirar todo o ar da tubulação de sucção. Caso este procedimento não for realizado, o ar impedirá a passagem da água pelo sensor de fluxo e, consequentemente, não acionará o motor.
Motobombas acionadas manualmente ou por contactoras também deverão ser submetidas ao procedimento acima. Neste caso, o motor chega a ligar mas não recalca água.
- A canalização de sucção e a bomba estão vazias ou com pouca água (perda da escorva)
- Eixos desalinhados (bombas mancalizadas)
- Rotor arrastando na carcaça
- Mancais ou rolamentos defeituosos
- Motor ou mancal com sentido de rotação invertido
- Altura de recalque maior do que aquela para a qual a bomba foi dimensionada
- Canalização de recalque entupida
- Eixo torto
- Rolamentos gastos
- Desbalanceamento
- Cavitação (formação de bolhas de ar na sucção)
- Rolamentos com falta ou excesso de lubrificação;
- Lubrificante inadequado ou com excesso de uso;
- Eixo torto ou desalinhado;
- Rolamentos montados com excesso de pressão (interferência);
- Rotação de uso acima da especificada em projeto.
- Bomba trabalhando com excesso de vazão
- Bomba trabalhando fora da faixa de operação
- Bitolas dos fios de instalação do motor com diâmetro inferior ao indicado pela NBR 5410
- Energia elétrica deficiente (queda de tensão ou ligação inadequada)
- Falta de lubrificação ou defeito dos rolamentos e mancais
- Rotor preso ou raspando na carcaça
- Ventilação do motor bloqueada ou insuficiente
- Gaxeta muito apertada
- Eixos desalinhados ou empenados
- Viscosidade ou peso específico do líquido diferente do indicado.
fonte: schneider
Seguir as instruções recomendadas pelos fabricantes dos equipamentos quanta a sua instalação,
operação e manutenção é essencial para um bom desempenho e garantia técnica
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