ráios... o pára-ráios (II)

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Proteçao contra os Raios !

 

Tempestade de raios
flickr_Daniel Manse

 

O Para-raios

A melhor proteção contra raios é oferecida pela pára-raios, aparelho relativamente simples desenvolvido por Benjamin Franklin em 1752.

Consta de três elementos principais - um mastro com captador, um aterramento e um cabo de ligação preso a isoladores.

Não obstante a simplicidade, os parâmetros obedecem a especificações técnicas que obrigam a contratação de pessoal ou firma com qualificações adequadas para a instalação do pára-raios.

A zona de atuação do pára-raios faz um ângulo de 55º com a ponta do captor formando um cone de segurança.

 

para-raio, equipamento_protecao, aterramento isolador_tensao
fonte:Defesa Civil do Município do R. J.

 

 

Pára-raios e aterramentos

Como forma de proteção, o pára-raios é um dispositivo simples e eficiente, desde que corretamente dimensionado e instalado.

 

Calculando dimensões

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Calculando aterramentos

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As lendas

A sabedoria popular, nem sempre tão sábia, criou uma série de noções falsas que podem levar à tragédia:

 

Lenda: Se não está chovendo não caem raios.
Verdade: Os raios podem chegar ao solo a até 15 km de distância do local da chuva.

 

Lenda: Sapatos com sola de borracha ou os pneus do automóvel evitam que uma pessoa seja atingida por um raio.
Verdade: Solas de borracha ou pneus não protegem contra os raios. No entanto, a carroceria metálica do carro dá uma boa proteção a quem está em seu interior; sem tocar em partes metálicas. Mesmo que um raio atinja o carro é sempre mais seguro dentro do que fora dele.

 

Lenda: As pessoas ficam carregadas de eletricidade quando são atingidas por um raio e não devem ser tocadas.
Verdade: As vítimas de raios não "dão choque" e precisam de urgente socorro médico, especialmente reanimação cardio-respiratória.
 
Lenda: Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar.
Verdade: Não importa qual seja o local ele pode ser atingido repetidas vezes, durante uma tempestade. Isto acontece até com pessoas.
O guarda florestal norte-americano Roy Sullivan foi atingido sete vezes durante sua vida.
Sofreu pequenas queimaduras, contusões, tombos e roupas rasgadas. Hoje, aposentado, Roy mora numa casa reboque com um pára-raios em cada quina.

fonte:Defesa Civil do Município do R. J.

 

 

 

 

 

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