Dicionário da Construção

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O que querem dizer as palavras usadas em constução e reformas...

 

Operarios
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M

MAÇARANDUBA

Madeira dura, usada em pilares e vigas. Sua cor vai do castanho-avermelhado ao arroxeado.

 

MACHO-E FÊMEA

Tipo de encaixe onde uma peça traz uma saliência e a outra, uma reentrância.

 

MADEIRA DE LEI

A expressão madeira de lei tem origem em uma lei do período imperial e, apesar de muito conhecida, não tem definição técnica. A Carta de Lei de 15 de outubro de 1827, no § 12 do art. 5o, incumbia aos juizes de paz das províncias a fiscalização das matas e zelar pela interdição do corte das madeiras de construção em geral, por isso chamadas madeiras de lei. A expressão madeira de lei chegou até nossos dias ainda como sinônimo de madeira de construção, civil e naval, ou seja, conforme o dicionário Aurélio: "madeira dura ou rija, própria para construções e trabalhos expostos às intempéries". O contrário de madeira de lei é madeira-branca que não se refere necessariamente à cor da madeira e, conforme o Aurélio: "qualquer essência florestal de contextura mole, e de segunda qualidade, seja qual for a cor do seu lenho". Madeira de lei pode, ainda, se referir àquelas madeiras de alto valor no mercado, independente de sua resistência.

 

MADEIRAMENTO

Conjunto de madeira usada na construção.

 

MAINEL

Peça guia metálica removível que serve de trilho para duas portas de enrolar metálicas.

 

MANILHA

Tubo de barro, de grandes dimensões, instalado no subterrâneo para conduzir águas servidas.

 

MANSARD

Tipo de telhado.

 

MANSARDA

Sótão com janelas que se abre sobre as águas do telhado. Ver Água-Furtada.

 

MANTA ASFÁLTICA

Revestimento que impermeabiliza lajes e coberturas.

 

MANTA PLÁSTICA

Revestimento que impermeabiliza lajes, coberturas e contrapisos. Pode ser aplicada diretamente sobre o solo para evitar erosão.

 

MÃO-FRANCESA ou MÃO DE FORÇA

Série de tesouras. Escora. Elemento estrutural inclinado que liga um componente em balanço à parede, diminuindo o vão livre no pavimento inferior.

 

MAQUETE

Reprodução tridimensional, em miniatura, de um projeto arquitetônico.

 

MARCAÇÃO

Primeira fiada de bloco ou tijolo para marcar o alinhamento das paredes.

 

MARCENEIRO

Profissional que realiza o trabalho refinado da madeira na obra ou na confecção de móveis.

 

MARCO

Parte fixa das portas ou janelas que guarnece o vão e recebe as dobradiças, é considerado de dimensões mais esbeltas como para divisórias, composto de 2 ombreiras e uma padieira.

 

MÁRMORE

Rocha cristalina e compacta. Tem bom polimento e pouca resistência ao calor. Reveste pisos e paredes e também guarnece bancas de cozinha e chuveiros.

 

MARMORIZADO

Técnica de pintura que reproduz os veios e as totalidades do mármore.

 

MARQUISE

Pequena cobertura que protege a porta de entrada. Cobertura, aberta lateralmente, que se projeta para além da parede da construção.

 

MASSA

Argamassa usada no assentamento ou revestimento de tijolos, ou para executar pisos.

 

MASSA CORRIDA

Massa a base de PVA ou acrílico, aplicada com espátula, que dá um acabamento liso à superfície a ser pintada.

 

MASSA DESEMPENADA

Massa aplicada com desempenadeira.

 

MASSA FINA

Mistura proporcional de areia fina, água e cal, utilizada no reboque de paredes ou muros.

 

MASSA GROSSA

Mistura proporcional de areia, cal e cimento usado para emboçar ou chapiscar.

 

MASSA RASPADA

Mistura de areia, cal e corante que substitui a pintura. Não pode ser retocada e, depois de aplicada, é penteada com uma escova, justificando o seu nome.

 

MASSA TEMPORAL ISOLANTE

Mistura para massa isolante térmica, protege tubulações na alvenaria, não contem silicato de cálcio.

 

MATA-JUNTA

Elemento que cobre o encontro de duas peças. Ver Guarnição.

 

MATAÇÃO

Pedra arredondada, encontrada isolada na superfície ou no seio de massas de solos ou de rochas alteradas, com dimensão nominal mínima superior a 10 cm.

 

MÁXIMO-AR ou MAXIM-AIR

Esquadria cujo eixo que é horizontal fica na parte mais alta e basculável para o exterior. Permitindo total ventilação e iluminação.

 

MEDITERRÂNEO

Estilo que marca a arquitetura de países banhados pelo Mar Mediterrâneo, como Marrocos, Itália, Tunísia, Grécia e Espanha. São vilas brancas, dispostas em ruas estreitas e sinuosas, remontam à ocupação da região pelos mouros no século VIII. As casas, geralmente, Têm poucas aberturas para o exterior, voltam-se para um pátio interno e dispensam ornatos. A cor branca das casas reflete os raios solares e amaina o calor. Permite que as sinuosas vielas fiquem menos escuras à noite. Promove ainda a higiene, evitando, por exemplo, a proliferação de moscas e outros insetos.

 

MEIA-ÁGUA

Telhado com apenas uma água, um só plano inclinado

 

MEIA-CANA

Forma curva de bordas de placas como pedras ou madeira.

 

MEIA-PAREDE

Parede que não fecha totalmente o ambiente, usada como divisória, ou efeitos trabalhados na parte inferior das paredes; parede feita com meio tijolo.

 

MEIA-ESQUADRIA

Chama-se assim o encontro das arestas polidas em forma de chanfros de cerâmicas e pedras, e também o encontro formando 90 graus de guarnições ou rodapés.

 

MEIO-FIO

Ou Guia é a peça de pedra ou de concreto que delimita a calçada da rua.

 

MEIO-PISO ou MEIO-NÍVEL

Piso à meia altura que aproveita o pé-direito alto ou declive.

 

MEIO-TIJOLO

Chama-se a parede de espessura correspondente à largura de um tijolo assentado pelo comprimento.

 

MEMORIAL DESCRITIVO

Descrição de todas as características de um projeto arquitetônico, especificando os materiais que serão necessários à obra, da fundação ao acabamento.

 

MESTRE-DE-OBRAS

Profissional que dirige os operários numa obra e que possui muita experiência prática sobre todos os tipos de serviços, mais do que o encarregado.

 

MEZANINO

Piso intermediário que interliga dois pavimentos; piso superior que ocupa uma parte da construção e se volta para o nível inferior com o pé-direito duplo. Atualmente construído em estrutura metálica.

 

MICROASFALTO

É o material de capeamento para tráfego de vias internas usado com pequena espessura até 5 cm.

 

MIRANTE

Parte alta, acima do telhado da construção, de onde se descortina a paisagem.

 

MIRACEMA

Pedra antiderrapante que mancha facilmente com óleo e produtos químicos. Como suporta grandes pesos e intempéries, pode revestir pisos de garagens e pátios.

 

MISTURADOR

Torneira que tem dois volante, os quais controlam a entrada de água quente e fria para uma mesma saída. O misturados monocomando faz controle com apenas um volante.

 

MÍSULA

Ver Cachorro.

 

MODERNISMO

Refere-se a toda inovação nas artes e na arquitetura processada no século XX. Concreto. Vidro e armações de ferro são moldados Pelos novos construtores de forma funcional. Nos Estados Unidos, Louis Sullivan, em fins do século XIX, já pautava seus projetos segundo a máxima “a forma segue a função”. O espírito de seriação da indústria norteia a obra do arquiteto franco-suíço La Corbusier que projeta, em 1914, a casa Dominó - uma estrutura padrão moldada em concreto armado -, para ser reproduzida em larga escala. Linhas retas, sem adornos, planta livre (colocação do banheiro na parte central da construção); estrutura evidenciada, casa sob pilotis. Essas idéias sintetizam as novas propostas de moradia. Já o arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wriht, outro precursor do Modernismo, privilegia os materiais naturais e a integração das áreas internas da casa com o meio ao redor. No Brasil, o arquiteto carioca Lúcio Costa projeta Brasília, a nova capital do país, de acordo com os cânones do urbanismo moderno. O arquiteto Oscar Niemeyer, outro carioca, faz uma releitura dos princípios funcionalistas e, sem abrir mão das formas puras e funcionais, introduz a leveza das curvas nas construções moderna.

 

MODULAR

Ver Módulo.

 

MÓDULO

Elemento com medida padrão. Pode se referir a um tijolo, a painéis industrializados, móveis, etc.

 

MONOQUEIMA

Processo de cozimento da argila na produção de cerâmica, em que as peças passam apenas uma vez pelo forno.

 

MOLEDO

Parte superior de vários tipos de rocha. Resistente, é usado em seu estado bruto.

 

MONTA-CARGA

Equipamento eletro-mecânico ou manual tipo elevador para transporte de material, deve ser aprovado o projeto pelo GEM (BR), não permite transporte de pessoas, por isso pode ser aberto. Em obra quando houver necessidade de transporte de operários deve ser previsto o aluguel de equipamento com controle automatizado na cabine fechada, a fiscalização aplica multa em caso de não cumprimento a esta Norma.

 

MONTANTE

Moldura de portas, janelas, etc. Peça vertical que, no caixilho, divide as folhas da janela.

 

MOSAICO

Trabalho executado com caquinhos de vidro ou pequenos pedaços de pedras e de cerâmicas incrustados em base de argamassa, estuque ou betume ou mesmo cola.

 

MOSAICO PORTUGUÊS (PEDRA PORTUGUESA)

Trabalho executado com pedaços de pequenas pedras incrustadas em base de areia e cimento a seco, formando desenhos no piso o que executado pelo calceteiro, podendo depois de pronto receber polimento local.

 

MOURÃO

Esteio grosso de madeira ou de concreto muito usado em andaimes e cercas.

 

MOURISCO

Arcos ogivais, rendilhados e minaretes marcam a arquitetura mudéjar ou mourisca, desenvolvida pelos árabes na Península Ibérica. Os adornos são ricos, complexos e abstratos. Esses arabescos geométrico trabalham com enormes variação de cores. As construções são voltadas para um pátio interno, e o interior da casa é protegido pelo muxarabiê ou muxarabi. O estilo é facilmente identificável por suas torres e cúpula ricamente entalhadas. A partir da invasão da Península Ibérica pelos mouros, esse estilo se difundiu no Oriente. No Brasil, o Rio de Janeiro guarda uma obra erguida na mais tradicional estilo mourisco: a sede da Fundação Osvaldo Cruz, idealizada pelo próprio Osvaldo Cruz. Ver Muxarabiê

 

MUCHARABI

Conjunto de treliças fechando um balcão.

 

MURO DE ARRIMO (PESO)

Muro de peso usado na contenção de terras e de pedras de encostas. Muro de contenção, comumente de pedras grandes.

 

MURO DE CONTENÇÃO

Usado para contenção de terras e de pedras de encostas.

 

MURO DE TESTA

Pequena parede construída junto à boca de saída de bueiro ou de comporta, para proteger contra desmoronamento ou correnteza.

 

MUXARABIÊ ou MUCHARABI

Balcão protegido, em toda altura da janela, por uma treliça de madeira, a fim de assegurar ventilação e sombra e, também, de se poder olhar para o exterior sem ser observado. testemunha da infância árabe na arquitetura ibérica, foi trazida pelos portugueses e marca algumas casas coloniais brasileiras. No Nordeste, aparece uma variação do muxarabiê, chamada de urupema, que substitui a madeira pela palha trançada.

 

 

 

N

NÁILON

Fibra têxtil sintética, elástica e resistente a agentes atmosféricos.

 

NEMBO

Plano de alvenaria situado entre dois vãos (portas ou janelas).

 

NEOCLÁSSICO

Surgiu na Europa do século XVIII como uma reação ao movimento anterior: o Barroco e seus excessos. naquele momento, em que nascia o Iluminismo, as artes se voltava para a Antiguidade, especialmente para a Grécia. Na arquitetura, a intenção era reproduzir o equilíbrio e a proporção da arquitetura grega. Desse retomada , ressurgem os edifícios de fachadas simétricos e com ornatos tímidos se comparados aos do Barroco. Reaparecem os frontões, as colunas e os pórticos. Ao longo dos séculos, freqüentemente esses elementos foram readaptados ao sabor dos impérios. Somente a partir de 1895 é que o Neoclássico se populariza, pontuando as casas européias e americanas.

 

NERVURA

Arco que produz uma saliência no interior de uma abobada. Viga saliente na na superfície inferior de qualquer laje

 

NICHO

É uma cavidade ou reentrância nas paredes, destinada a abrigar um armário ou prateleiras. É comum na composição de bares ou na exposição de obras de arte.

 

NÍVEL

Instrumento que verifica a horizontalidade de uma superfície através de uma bolha de ar num líquido, a fim de evitar ondulações em pisos e contra-pisos.

 

NIVELAR

Regularizar um terreno por meio de aterro ou desterro.

 

NÍVEL DE REFERÊNCIA

Adotado na Obra chamado RN uma cota determinada a que todos os projetos tomam como referência evitando erro de nível, essa referência adotada é transportada através de mangueira de nível para pontos chaves da obra, geralmente com a presença de engenheiro ou técnico além de um mestre.

 

NIVELAR - NIVELAMENTO

Regularizar um terreno por meio de aterro ou escavação.

 

NON AEDIFICANDI

Do latim "aedificatione" significa edificação, o edificador do latim "aedificatore" e edificante "aedificante". Quando usado para espaço onde não é permitido construir denomina-se área "NON AEDIFICANDI"

 

NORMA TÉCNICA

Regra que orienta e normaliza a produção de materiais de construção.

 

NORMANDO

Estilo que evoca as construções que usam elementos comuns à arquitetura típica da região da Normandia, na França. As casas exibem na fachada o enxaimel, ou seja o conjunto de estacas e caibros. Ver Enxaimel.

 

O

OBRA TIPO (EMPREITADA/ADMINISTRAÇÃO)

A forma de contratar a obra pode ser de dois tipos, por empreitada global, isto é se fixa um preço total onde o contratado no prazo estabelecido fará todos os serviços. O vendedor promove a construção no caso de um edifício e entrega ao comprador, em um prazo determinado, ou por administração onde o contratado recebe seu pagamento que será um percentual dos serviços executados, podendo ser um valor fixo.  O proprietário da obra assume os riscos e o prazo. As despesas de construção do empreendimento são totalmente custeadas pelos compradores das unidades no caso de um edifício.

 

OBRA BRANCA

Todo trabalho de carpintaria que ficará aparente.

 

ÓCULO

Abertura circular feita numa parede para entrada de luz.

 

OFURÔ

Banheira arredondada, típica do Japão, feita de cedro.

 

OGIVA

Forma característica das abóbadas góticas.

 

OITÃO

Parede lateral de uma construção situada sobre a linha divisória do terreno; o termo é muitas vezes confundido com empena, porque, nos séculos passados, era comum encontrar construções com telhado de duas águas paralelas ao alinhamento do lote.

 

ÓLEO DE LINHAÇA

Solvente e secante para determinadas tintas, obtido a partir das sementes do limão.

 

OMBREIRA ou UMBRAL

Cada uma das peças verticais de portas e janelas responsáveis pela sustentação das vergas superiores. Ver Porta.

 

ORÇAMENTO DE OBRA

Um orçamento é uma previsão (ou estimativa) do custo ou do preço. O custo de uma obra é o valor correspondente à soma dos gastos necessários para sua execução. O preço é o custo acrescido da margem de lucro. O orçamento deve ser executado antes do início da obra, possibilitando o estudo ou planejamento.

 

ORÇAMENTO PARAMÉTRICO

É um orçamento aproximado, adequado às verificações iniciais, como estudos de viabilidade ou consultas rápidas de clientes.

 

ORIEL - WINDOW

Instalada nos pavimentos superiores, esta janela é semelhante a bay-window, mas ocupa todo o pé direito do ambiente.

 

ORIENTAÇÃO

Posição da casa em relação aos pontos cardeais.

 

ORNATO

Adorno. Elemento com função decorativa.

 

ORTOGONAL

Que forma ângulos retos (do grego Orthos = Reto e Gonia = Ângulo)

 

OSSO

Sem revestimento. Medida no osso: antes de feito o revestimento.

 

OXIDAÇÃO

Ferrugem. Processo químico em que se perde o brilho pelo efeito do ar ou por processos industriais.

 

 

P

PADRÃO

Modelo. Marco de pedra.

 

PAINEL

Grande superfície decorada, tanto no interior como no exterior da construção. Nesse sentido, apresenta composições de mosaicos, pastilhas, porcelanas ou cerâmicas.

 

PAISAGISMO

Estudo da preparação e da composição de espécies vegetais em complemento à arquitetura, composto pelo projeto paisagístico.

 

PALAFITA

Conjunto de estacas que sustenta a construção acima do solo nas habitações lacustres e ribeirinhas.

 

PANO

extensão de parede e muros.

 

PANO DE VIDRO

extensão plana em vidro.

 

PARAMENTO

Superfície aparente de uma falhada.

 

PARAPEITO

Peitoril. Proteção que atinge a altura do peito, presente em janelas, terraços, sacados, patamares, etc. Diferencia-se do guarda-corpo por se tratar de um elemento inteiro, sem grades ou balaústres.

 

PAREDE

Elemento de vedação ou separação de ambientes, geralmente construído em alvenaria.

 

PAREDE DE GESSO ACARTONADO

Executada com a fixação de painéis de gesso e perfis metálicos, sendo mais leve que paredes convencionais e não requer revestimento, mas precisa de mão de obra especializada, é mais rápida sua execução. Sua espessura é de 7,50 cm em geral ou 10 cm.

 

PAREDE SOLTEIRA

Parede que não chega até o forro.

 

PARQUÊ ou PARQUETE (Parquet)

Piso feito da composição de tacos, que formam desenhos a partir da mistura de tonalidades de várias madeiras.

 

PARTIDO

A opção arquitetônica que atende fatores: topografia do terreno, necessidade de quem vai habitar, verbas disponíveis para a construção e a intenção plástica do arquiteto.

 

PASSADIÇO

Corredor, galeria ou ponte que liga dois setores ou alas de uma construção.

 

PASSANTE

Diz-se do furo que vaza (atravessa) a peça.

 

PASSARELA

Corredor estreito e elevado que interliga dois cômodos.

 

PASTILHA

Pequena peça de revestimento, quadrada ou hexagonal, feita de cerâmica, porcelana ou vidro.

 

PATAMAR

Piso intermediário que separa os lances de uma escada.

 

PÁTINA ou PATIMA

Efeito oxidado, obtido artificialmente por meio de pinturas especiais ou pela ação do tempo, que dá aspecto antigo às superfícies.

 

PÁTIO

Espaço descoberto no interior das casas e cercado pelos elementos da construção.

 

PAU-A-PIQUE

Tipo de taipa em que as paredes apresentam uma armação de varas ou paus verticais, unidos entre si por pequenas varas eqüidistantes e horizontais, situadas alternadamente do lado de fora e de dentro. Toda essa trama é, posteriormente, preenchida com barro. Ver Taipa.

 

PAU-BRASIL

Madeira de cor avermelhada, com manchas escuras, de talhe duro. Aceita muito bem o verniz.

 

PAU-MARFIM

Madeira de cor clara e uniforme mais usada na marcenaria.

 

PAVIFLEX

Leva assim o nome de um fabricante de piso vinílico, colado espessura de 2 ou 3 mm.

 

PAVIMENTO

Andar. Conjunto de dependências de um edifício situadas num mesmo nível. Ver Piso

 

PCMAT - Seconci

Relatório emitido por profissional de Segurança do Trabalho, em que são preenchidas uma série de verificações de condições de segurança e ergonomia, existe um custo fixo e o custo da visita de um técnico caso a empresa não possua um, a visita é obrigatória nas obras (4 visitas em 12 meses). O relatório faz parte dos documentos de obra, junto com licenças e projetos aprovados.

 

PEANHA

Pequeno pedestal, que apóia vasos e esculturas, em balanço em relação à parede.

 

PÉ DE MOLEQUE

Tipo de pavimentação que utilizava pedras ovóides e seixos de rio na época do império (BR).

 

PÉ-DIREITO

Altura entre o piso e o teto.

 

PEÇA DE UTILIZAÇÃO

Dispositivo ligado a um sub-ramal para permitir a utilização d'água.

 

PEDRA

Corpo sólido extraído da terra, ou parte de rochedo, que se emprega na construção de edifícios, no revestimento de pisos e em peças de acabamento.

 

PEDRA AMARROADA

Pedra bruta, obtida por meio de marrão, de dimensão tal que possa ser manuseada.

 

PEDRA GOIÁS

Parecida com a pedra mineira, é mais antiderrapante e brilhante.

 

PEDRA JARAGUÁ

Semelhante ao moledo, apenas mais plana. Usada em estado bruto.

 

PEDRA MADEIRA

De textura irregular, é aplicada em seu estado bruto ou com as bordas serradas.

 

PEDRA MINEIRA

Pedra muito absorvente e antiderrapante que não propaga o calor. Aceita polimento e resina impermeabilizante.

 

PEDRA PORTUGUESA

Ver Mosaico.

 

PEDRA SABÃO

Pedra mole de fácil modelação que resiste bem ao sol e à chuva. Aceita polimento.

 

PEDRA SANTA IZABEL

De superfície irregular e antiderrapante, suporta os choques mecânicos.

 

PEDRA VERDE BAHIA

Resiste bem às intempéries, não retém o calor. Também chamada de fuxita.

 

PEDREGULHÃO

Designação da pedra cujo formato é irregular. É retirado dos rios e pode ser usado como peça ornamental.

 

PEDREIRO

Profissional encarregado de preparar a alvenaria.

 

PEDRISCO

Material proveniente do britamento de pedra, de dimensão nominal máxima inferior a 4,8 mm e de dimensão nominal mínima igual ou superior a 0,075 mm.

 

PEITORIL

Base inferior das janelas que se projeta além da parede e funciona como parapeito.

 

PELE DE VIDRO

Tipo de Revestimento de Fachada onde uma serralheria aplica um tipo mais simples de esquadria em alumínio padronizada e nela são colados vidros laminados de 6 ou 8 mm em geral coloridos, existe a possibilidade de utilizar também nessa esquadria a alternância com chapas de alumínio e resina (Alucobond/ Reinobond etc..) grande beleza e moderno.

 

PELÍCULAS

Existem diversas películas utilizadas coladas sobre vidros, algumas para diminuir insolação e temperatura, logo sendo tipo reflexivo, e outras completamente transparentes e com composto especial tipo de resina que acrescenta ao vidro dependendo da espessura de ambos a capacidade de impedir a penetração de projéteis de grande calibre comprovadamente, espécie de blindagem sendo fabricadas na Alemanha e portanto de custo ainda elevado. Existe película tipo manta usada entre o caibramento e as telhas de barro para evitar entrada de água e isolar temperatura em casas mais rústicas.

 

PENDÍCULO

Estrutura espacial curva de ligação nos quatro vértices superiores de uma edificação cúbica, integrada nas paredes permitindo receber sobre elas uma ogiva ou cúpula, amenizando e distribuindo as tensões no material da construção (Grécia antiga).

 

PENDURAL

Peça do conjunto de uma tesoura de telhado.

 

PERFIL

Representação gráfica do corte transversal ou horizontal.

 

PÉRGOLA ou PERGOLADO

Proteção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por elementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, betão, etc.

 

PERNA ou ASNA

Peça do conjunto de uma tesoura de telhado.

 

PEROBINHA

Própria da região litorânea que vai do Espírito Santos até Santa Catarina, tem cor bege-rosado.

 

PÉROLA ROSA ANTIGA

Madeira em extinção, provavelmente de Goiás, Santa Catarina, Rondônia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Sua cor varia do Róseo-amarelo ao amarelo-queimado.

 

PERSIANA

Caixilho formado por tábuas de madeira, tiras plásticas, metálicas ou têxteis. São estreitas, horizontais e móveis para ventilar e regular a entrada de raios solares.

 

PERSPECTIVA

Palavra derivada da expressão latina "perspicere" que significa "Ver através de" Desenho tridimensional de fachadas e ambientes.

 

PERSPECTIVA CAVALEIRA

É o sistema obtido por feixes paralelos de projetantes oblíquos em relação a um plano denominado QUADRO. O termo significa obra alta de fortificações sobre a qual assentam baterias. Em geral "a cavaleira", significa em lugar alto. A denominação desta perspectiva decorre do fato do observador estar "a cavaleira" em relação do objeto, isto é, vendo-o sempre de uma plano mais alto. As linhas de fuga podem tomar as obliqüidades diversas em relação à linha fundamental. Porém 30o, 45o e 60o (devido aos ângulos dos esquadros) são as mais utilizadas por dispensar cálculos trabalhosos (é comum encontrar somente na escala de 45° pela simplicidade do cálculo). Para evitar deformações dos desenhos aos nossos olhos, neste tipo de perspectiva, é utilizado um COEFICIENTE DE REDUÇÃO. Para o ângulo de 30o, utiliza-se o coeficiente de 2/3; para 45o, e 1/2 e para 60o, utiliza-se 1/3. Este tipo de perspectiva e muito utilizada principalmente entre metalúrgicos e ferreiros e também fábricas de moveis, principalmente, pela sua rapidez e facilidade de construção. Muito utilizado na pré-fabricação de maquetes e mesmo na confecção de perspectiva de imóveis residenciais e industriais. Também é utilizada quando se quer desenhar rapidamente, com detalhes, uma peça de modo que fique bem claro a sua forma.

 

PERSPECTIVA ISOMÉTRICA

Tipo de perspectiva em que o desenho reproduz todos os elementos do projeto, com pontos de fuga. É a mais utilizada no desenho Técnico pela simplicidade de traçado. Nesta perspectiva são utilizados 3 eixos isométricos que formam entre si ângulos de 120o. Na prática coloca-se um eixo na posição vertical e os outros dois oblíquos a 30o em relação a uma reta horizontal. Existe dois tipos: (1) a Perspectiva Isométrica SIMPLIFICADA (também conhecida como Desenho Isométrico), em que se coloca nos eixos as MEDIDAS REAIS do objeto. Desta forma têm-se um desenho semelhante ao da Perspectiva Isométrica EXATA, só que ligeiramente maior; (2) a Perspectiva Isométrica EXATA, utiliza-se o coeficiente de redução (0,816) nos eixos X e Y. Ou seja, os valores dos eixos X e Y deverão sem multiplicado por 0,816, e o valor resultante será o do desenho. A Perspectiva Isométrica é emprega com freqüência na representação de esquemas de sistemas, de engrenagem, hidráulica, hidro-sanitário, mecânica e em outros casos em que se deve ressaltar aspectos importantes nas três direções ou magnitude.

 

PESTANA

Meia calha em chapa sobre trechos do telhado abertos.

 

PEX DO BRASIL

O nome está ligado ao sistema de instalações apropriadas para paredes de gesso acartonado espessura de 7,5 cm onde são utilizados tubos de plástico polietileno especial vindos de Israel e conexões tipo engate rápido também importadas não sendo utilizado cola nem rosca, esse sistema é o mais moderno de instalação porém requer mão de obra super treinada para sua utilização. As conexões ficam aparafusadas nas placas de gesso.

 

PH

Escala que mede o grau de acidez de diversas substâncias.

 

PICHE

Substância negra, resinosa, pegajosa, obtida da destilação do alcatrão ou da terebintina. Serve para impermeabilizar superfícies.

 

PILAR

Elemento estrutural vertical de concreto, madeira, pedra ou alvenaria. Quando é circular, recebe o nome de coluna.

 

PILASTRA

Pilar de quatro faces onde, uma delas está anexada ao bloco construtivo.

 

PILOTIS

Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo. Entre os adeptos está Lúcio Costa, arquiteto carioca que chefiou a equipe responsável pelo projeto da sede do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro (1936). Ver Coluna.

 

PINÁCULO

Ponto mais alto de um edifício, píncaro, cume designado também zigurate (palavra assirio-babilônio)

 

PINÁSIO

Peça que divide e sustenta os vidros nas folhas de esquadria.

 

PINGADEIRA

Acabamento externo de proteção que desvia a água das chuvas, impedindo que ela escorregue ao longo das paredes da fachada.

 

PINHO-DE-ROSA

Madeira européia castanho-escura em processo de extinção.

 

PINTOR

Profissional encarregado de prepara e aplicar a tinta nas superfícies que vão receber pintura.

 

PINUS

Madeira de reflorestamento. Tem cor amarelo-claro e é muito usada em acabamento ou fôrmas.

 

PIPE-RACK

Cavalete metálico ou de concreto para sustentação de tubulações horizontais.

 

PIQUETE

Pequena estaca fincada no solo para demarcar pontos de um terreno.

 

PIQUIÁ

Madeira típica da região amazônica. Tem cor parda-clara.

 

PISO

Base de qualquer construção. Onde se apóia o contra-piso. Andar. Pavimento.

 

PISO EMBORRACHADO

Mais conhecido pelo nome de um fabricante Plurigoma, resulta da mistura de diversas cargas vulcanizadas, utilizava a base de "negro de fumo" dai a cor negra e a resistência dessa substância utilizada na fabricação de pneus, agora existe em diversas cores como o cinza, suas dimensões são 50x50 cm, tendo a face exposta a forma de pastilhas ou frisos, podendo ser colado ou fixado na massa.

 

PISO VINÍLICO

Mais conhecido pelo nome de um dos fabricantes Paviflex da Fademac, sendo de 30x30 cm, 60x60 ou em forma de rolos e espessuras diversas (1,6- 2,0 mm), existindo com e sem flash (manchas características) e o de alto tráfego, sendo bom isolante elétrico usado em ambientes de redes de computadores, não permite uso de água de lavagem

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PIVOTANTE

Esquadria com eixo em forma de pivô vertical (movimento giratório vertical) permitindo formar angulo reto e localizado ao centro da mesma.

 

PLACAS DE OBRA

Instrumento padronizado obrigatório que serve para que os órgãos fiscalizadores observem quem é o responsável por cada tipo de serviço contratado, no Brasil é obrigatório o recolhimento de taxa no CREA da Região desse mesmo profissional, podendo sofrer advertência e multa no caso de inexistência desta. O Ministério do Trabalho exige uma com o horário de trabalho e descanso.

 

PLACA FOTOVOLTAICA

Peça responsável pela captação dos raios do sol nos sistemas de energia solar. É colocada nos telhados das casas e edifícios.

 

PLAINA

Instrumento usado para desbastar, aplainar ou tirar irregularidades da madeira.

 

PLANO DIRETOR MUNICIPAL

Conjunto de leis municipais que controlam o uso do solo urbano.

 

PLANO INCLINADO

Rampa, elemento vertical de circulação.

 

PLANTA BAIXA

Representação gráfica de uma construção onde cada ambiente é visto de cima, sem o telhado. Essa destina-se a representar os diversos compartimentos do imóvel, suas dimensões e suas diversas aberturas (esquadrias).

 

PLATIBANDA

Parede baixa feita acima do pé direito com a função de ocultar o telhado. Moldura contínua, mais larga do que saliente, que contorna uma construção acima dos flechais, formando uma proteção ou camuflagem do telhado. Ver Frechal.

 

PLATÔ

Parte elevada e plana de um terreno. O mesmo que planalto.

 

PLAYGROUND

Palavra inglesa que significa espaço reservado numa construção para o lazer.

 

PÓ DE PEDRA

Proveniente britamento de pedra, dimensão nominal máxima inferior a 0,075 mm.

 

PÓ XADREZ

Tipo de pigmento usado para dar cor a pisos feitos de cimento. Também serve de corante para outros revestimento.

 

POÇO ARTESIANO

Perfuração feita no solo para encontrar o veio de água subterrâneo.

 

POÇO ROMANO

Tanque ou piscina de dimensões reduzidas e circulares

 

POINT LIST

Relação de pendências finais de obra.

 

POLICARBONATO

Material sintético, transparente, inquebrantável, de alta resistência, que substitui o vidro no fecho de estruturas. Garante luminosidade natural ao ambiente.

 

POLIR

Lustrar uma superfície. São comuns os polimentos das pedras usadas nos revestimentos de paredes e pisos.

 

PONTALETE ou ESCORA

Qualquer peça de madeira, colocado a prumo ou inclinada, que trabalha a compressão.

 

PONTO

Sistema de referência usado para indicar inclinação de coberta e baseado no proporção entre a altura e o vão de uma tesoura de duas águas.

 

PORÃO

Pequeno espaço situado entre o solo e o primeiro pavimento de uma casa.

 

PORCELANATO

Revestimento cerâmico ou à base de resina de altíssima resistência e grande dureza, é bem mais cara, e possui maior qualidade, em geral de dimensões grandes, o nome tem origem italiana.

 

PORCELANIZADO

Processo industrial que dá aos materiais a aparência ou a textura da porcelana.

 

PORTA

Abertura feita nas paredes, nos muros ou em painéis envidraçados, rasgada até ao nível do pavimento, que serve de vedação ou acesso a um ambiente.

 

PORTA-BALCÃO

Aquela de duas folhas que se abre para sacadas, terraço ou varandas.

 

PÓRTICO

Átrio. Portal de entrada de uma casa, cuja cobertura é apoiada em colunas.

 

POSTIGO

Pequena abertura ou fresta. Pequeno vão feito a meia altura de uma parede que permite a passagem de objetos de uma divisão para outra. Portinhola aberta sobre a folha de uma porta maior.

 

PÓS-MODERNO

Movimento centrado na preocupação formal, histórico e técnica que surge como reação ao Modernismo. Os primeiros projetos aparecem em 1950, nos Estados Unidos, assinados pelos arquitetos Eero Saarinen e Philip Johnson. Em 1962, Robert Venturi projetou uma casa na Pensilvânia, Estados Unidos, que se tornou um ícone do Pós-Modernismo, com seus detalhes exagerados, a maioria retirada da arquitetura clássica. Outro exemplo de realização pós-moderna é o prédio do Centro Georges Pompidou. em Paris, França, na década de 70. Aos poucos, outras versões compõem construções ainda mais exóticas, como as casas do Deconstrutivismo. Elas são erguidas como se tivessem sido demolidas ou se quisessem perder-se na paisagem. No Estado americano do Novo México, por exemplo, algumas dessas obras praticamente se confundem com a paisagem rochosa e seca da pradaria.

 

POST FORMING

Acabamento arredondado de bordas, utilizado com laminados plásticos colados formatados por aquecimento.

 

PREÇO JUSTO

(loc. com.) - O que corresponde, real ou aproximadamente, ao valor da coisa. Aquele que é o normal ou corrente no mercado, ou constante das cotações oficiais do lugar do contrato. Preço não contrário à lei.

 

PREÇO META

Preço tomado como referencia para se atingir, preço objetivo. Preço estipulado pelo contratante, que deve ser atingido sem ser ultrapassado.

 

PREÇO TURN KEY

Preço adotado para executar o serviço ou obra dito fechado ou tipo pacote.

 

PREPARO

Designa-se assim a aplicação espatulada de camada de cimento e cola PVA branca sobre pisos cimentados ou azulejos e seu lixamento após a secagem para permitir a colagem de acabamentos como placas vinilicas, carpetes, ou para recobrir azulejos a fim de receber reboco.

 

PRÉ-FABRICADO

Qualquer elemento produzido ou moldado industrialmente, de dimensões padronizadas. O seu uso tem como objetivo reduzir o tempo de trabalho e racionalizar os métodos construtivos.

 

PRÉ-MOLDADO

Peça modular, moldada na fábrica ou na própria obra, que se junta a uma outra como parte de um outra como parte de um quebra-cabeça a ser montado no lugar da construção.

 

PREO

Abreviatura de Profissional Responsável pela Obra. Toda obra deve ter um PREO registrado por documento ART junto ao CREA (Brasil).

 

PROFUNDIDADE EQUIVALENTE

É o resultado numérico da divisão da área de um lote pela sua frente efetiva.

 

PROGRAMA

Conjunto das necessidades funcionais e sociais dos moradores que serve de orientação ao arquiteto para a elaboração do projeto.

 

PROJEÇÃO

Determinação de uma figura em uma reta, ou em um plano, através de retas originais do objeto em estudo (do latim Projectione)

 

PROJETO

Plano geral de uma construção, reunindo plantas, cortes, elevações, pormenorização de instalações hidráulicas e elétricas, previsão de paisagismo e acabamentos. O projeto arquitetônico precisa ser previamente aprovado no DED departamento de edificações, não podendo ser modificado sem seu conhecimento.

 

PROTEÇÃO DE ITENS PRONTOS

Chama-se assim o uso provisório até a entrega da obra de plásticos lona de terreiro preto, gesso com sisal, folhas de compensado, papelão em rolos, mantas de flanela para sinteco, etc... sobre acabamentos.

 

PROVA DE CARGA OU TESTE

Conjunto de procedimentos não destrutivos executados por firma especializada a fim de verificar se a obra está construída de acordo com o que foi previsto no projeto, o ensaio é feito utilizando em geral recipientes com água e são feitas medições para verificar parâmetros de deformação, defletomeros e outros. Pode ser também destrutiva feita em peça aleatória. São emitidos relatórios ou laudos.

 

PRUMADA

Posição vertical da linha do prumo. Também denomina a linha das paredes de uma construção.

 

PRUMO ou PRUMADA

Nome do aparelho que se resume a um fio provido com um peso numa das extremidades. Permite verificar o paralelismo e a verticalidade de paredes e colunas.

 

 

 

 

 

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