Recicláveis ... a água !

flickr - hamad M
Para fazer um filtro pega-se uma vasilha ou vaso de barro, que já venha com um furo na lateral inferior (ou nós mesmos o fazemos).
Enche-se o fundo com brita ou seixos grandes (lavados) numa camada bem "justa"...
a seguir coloca-se outra camada, mas de pedras ou seixos menores...
ainda outra camada de pedras menores que a última...
e mais uma camada de areia grossa (lavada)...
finalmente mais uma camada de carvão moído e peneirado (para igualar toda a camada) de mais ou menos 15 cm a 20 cm de espessura...
colocar a água em cima do carvão e esperar até que saia pelo orificio lateral.... clara e limpa !
Atencão
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Obs: O FazFacil nào pode comprovar os resultados desta sugestào, portanto tenha cuidado com quaisquer experiencias que venha a fazer !
Nào sabemos se é seguro, trata-se apenas de uma ideia (caso funcione) interessante e por esta razào queremos dividi-la com voce.
Solarização: o nome é complicado, mas o processo é simples. Basta colocar a água contaminada em garrafas pet incolores e expô-las ao sol.
Uma pesquisadora da universidade estadual de Rio Claro, explica que a idéia da pesquisa surgiu do fato de que a grande maioria das bactérias não é resistente a luz do dia e nem ao calor, e morre em três dias no máximo, mesmo em tempos de inverno. Antes de beber é só passar o líquido de um recipiente para outro.
De acordo com Dejanira de Angelis, pesquisadora da UNESP, "Qualquer pessoa que disponha de um cantinho que bata a luz do Sol na sua casa, pode utilizar esse processo.
Foram dois meses de estudos coroados com o prêmio de tecnologia socioambiental da fundação Banco do Brasil.
Alunos e professores do departamento de bioquímica e microbiologia fizeram testes com a água contaminada com a mais resistente das bactérias: a Escherichia Coli - geralmente utilizada como indicadora biológica de potabilidade. E o resultado não poderia ter sido melhor.
A idéia agora é tornar a técnica da solarização da água acessível aos países da Ásia e da África, devastados pelo maremoto, já que nessa região foram interrompidos os serviços de saneamento básico e o abastecimento de água potável. A universidade já enviou um comunicado a UNESCO, destacando a importância da aplicação da técnica nesses locais.
