termos técnicos (II)

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Glossário - Saiba o que querem dizer
os termos tecnicos usados
no mundo das Cameras Digitais ! (II)

 

Camera digital
fonte: Canon

 

EASYSHARE: é uma base da Kodak que fica conectada ao micro via cabo USB, onde as câmeras Kodak podem ser acopladas para transferir as imagens e também para recarregar as baterias.

 

ESPECTRO VISÍVEL: é a parte do espectro eletromagnético o qual é visível ao olho humano.

 

FEATHER: é o efeito digital usualmente aplicado para atenuar áreas de transições entre imagens.

 

FILTROS DIGITAIS: são algoritmos os quais podem ser aplicados as imagens, visando obter determinados efeitos ex: posterização, nitidez, etc.

 

FOTOMULTIPLICADOR: é dispositivo eletrônico fotosensível, superior ao CCD, principalmente nas áreas de sombra. Este tipo de sensor está presente somente em Scanners de Cilindro, destinados ao mercado Gráfico.

 

HARD DISK: ou HD é o mesmo que disco rígido ou winchester. É um equipamento interno ou externo para o armazenamento de dados (programas, textos, sons, imagens etc).

 

HIGHLIGHT: é a área de altas luzes da imagem

 

HISTOGRAMA: é uma espécie de gráfico, no qual podemos visualizar a distribuição dos pixels em função do nível. Normalmente, utilizamos o histograma como base para efetuarmos ajustes.

 

I.D.E. (Integrated Drive Eletronics): é o padrão adotado em discos rígidos que possuem a controladora integrada diretamente na placa dos circuitos de controle do mecanismo.

 

INTERPOLAÇÃO: é o processo de alteração do tamanho da imagem, no qual os pixels são analisados para efetuarmos a criação de outros, visando ampliar o tamanho da mesma.

 

JATO DE TINTA: processo de impressão no qual são utilizadas tintas acondicionadas em cartuchos. Este processo de impressão é utilizado em impressoras como Plotters

 

JPEG (Joint Photographic Experts Group): é um tipo de formato de imagem digital que permite uma variedade bastante grande de compactação (atualmente 12 níveis). Quanto maior a compactação, menor a qualidade. Este é o formato mais utilizado nas câmeras digitais e na internet de um modo geral.

 

KEY FRAME : em alguns processos de compressão, os frames são chamados de key frames, isto é, como a maioria do que está numa dada sequência de frames não se diferencia essencialmente do frame seguinte ou anterior, apenas as modificações são apresentadas e conservadas salvando espaço no disco.

 

LAYER: é o recurso o qual permite manipular imagens digitais em camadas distintas.

 

L.C.D.: é um visor de Cristal Líquido. Este dispositivo está presente na maioria das câmaras digitais voltadas ao mercado amador.

 

LEITOR DE CARTÃO: é um dispositivo que permite a leitura de um ou mais cartões de memória e a transferência do seu conteúdo para o computador.

 

MAGIC WAND: é a ferramenta utilizada para seleção de áreas através da semelhança dos pixels. Também conhecida como "Varinha Mágica"

 

MOIRE: é um efeito indesejável o qual surge quando efetuamos a digitalização de materiais gráficos.

 

MEGAPIXEL: é uma medida que expressa o tamanho e a resolução das fotografias tiradas por uma câmera digital. Uma câmera de 2 megapixels possui capacidade máxima de dois milhões de pixels (1800 x 1200).

 

MÍDIAS: é o nome usado para designar o local onde se armazenam dados, imagens, sons, vídeos. Podem ser: Disquetes, CDs, DVDs, ZIPs, Cartões de memória etc..

 

MP3: é um arquivo de compressão de áudio que reduz em até 12 vezes o tamanho do arquivo original. Viabilizou a distribuição de música pela Web, através de serviços como o Napster.

 

NOISE: trata-se de um defeito na imagem digital produzida por sinais elétricos que deixam uma espécie de granulação indesejável.

 

NTSC: é um padrão de cores utilizado no sistema americano de TV.

 

PAL: é um sistema de cores para TV utilizado no Brasil e Europa.

 

PCX: é o formato de cores originalmente utilizado no software PaintBrush.

 

PDF: é o formato de arquivo o qual permite representar imagens vetoriais e BitMap. Sua aplicação é muito difundida na preparação de catálogos, folhetos e manuais digitais.

 

PICT: é o formato de arquivo utilizado para transferência de arquivos entre aplicativos para Macintosh.

 

PIXEL: são pequenos pontos que compõem uma imagem digital. Os pixels são dispostos em fileiras e colunas no CCD (sensor de imagem) aparentando estar conectados formando assim, a imagem. Ao invés de usar filme para gravar dados de quantidade de luz, a câmera digital utiliza o CCD que contém milhões de pixels, cuja função é captar e gravar a quantidade de luz quando o botão do obturador for pressionado.

 

PLUG-IN: é um software que trabalha em conjunto com outro. Normalmente, estes softwares são desenvolvidos por terceiros para controlar dispositivos ou implementar novas funções.

 

PROCESSADOR: é o circuito integrado o qual pode ser programado para executar tarefas de manipulação e processamento de dados. Em aplicações de manipulação de imagens, usualmente utilizamos processadores da linha Power PC, presente nas máquinas Apple-Macintosh, porém não podemos desprezar a relação custo/benefício do uso de máquinas baseadas em processadores Intel.

 

PROFUNDIDADE DE PIXEL: é um dos atributos do pixel. A profundidade está relacionada a capacidade de representação de cores. 1 bit = 2 cores (branco ou preto) / 8 bits = 256 cores (escala de cinza) / 24 bits (8 bits R + 8 bits G + 8 bits B) = 16,7 milhões de cores.

 

RESOLUÇÃO: é a quantidade de pixels que uma imagem digital tem por polegadas (medida mais difundida no mercado). Quanto mais alta a resolução de uma imagem, mais qualidade ela terá para impressão em papel. Ao contrário, quando há baixa resolução, percebemos o defeito comumente chamado de “serrilhamento”.

RESOLUÇÃO DA CÂMERA: é também conhecido como “resolução do sensor digital”, o número caracteriza o equipamento.É mensurado em megapixels (MP) de que a máquina dispõe: as amadoras têm até seis MP e as profissionais têm até 22 MP.

 

RESTAURAÇÃO DE IMAGENS: é o processo no qual utilizamos dos recursos do programas de manipulação de imagens para recuperar áreas perdidas, bem como, danificadas de imagens.

 

SCANNER: é o dispositivo utilizado para digitalizar imagens. Tais dispositivos podem utilizar CCD ou Fotomultiplicadores, sendo que este último possui custo mais elevado. Além disto, podemos classificar os Scanners pelo tipo de original que os mesmos podem digitalizar.

 

SCSI (Small Computer System Inferface): é um padrão de conexão de periféricos onde cada periférico possui sua própria controladora. Desta forma, a interface de conexão dedica-se a gerenciar a troca de dados com o computador. Devido a atualização tecnologia, existem vários padrões de interfaces: SCSI 1,2 (Fast,Wide,Fast Wide), Ultra SCSI, Ultra2 SCSI, Ultra 3 SCSI)

 

SENSIBILIDADE: a máquina digital tem sensibilidade (também conhecida por ASA ou ISO) variável. Enquanto o equipamento convencional exige que seja mantido o mesmo ISSO em todo rolo, na digital, o ISSO pode ser alterado a cada chapa. E, quanto mais sensibilidade se aplica, mais se obtêm ruído (aquilo que é chamado de grão no convencional).

 

SENSOR DIGITAL: é o dispositivo responsável por captar a imagem fotografada. Ele substitui o filme e está posicionado, fisicamente, na mesma posição onde antes ficava o filme. Um sensor é formado por milhares de pixels. Uma máquina de 6 megapixels tem um sensor com 6 milhões de pixels ou (fotocélulas). O sensor digital é uma das partes mais caras de uma máquina. Quanto maior o sensor, mais complexa e onerosa é a sua fabricação. Por este motivo, muitos fabricantes projetam máquinas com sensores menores que um filme de 35 mm.

 

SERRILHADO: é o efeito indesejável o qual surge em imagens de baixa resolução, também conhecido como pixelação. Neste efeito é possível observar os pixels ("quadradinhos"), devido a falta de definição.

 

SHADOW: áreas de sombra de uma imagem

 

SHARPNESS: é referente a nitidez/foco de uma imagem

 

TEMPLATE: são molduras criadas, utilizando motivos variados (calendários, datas comemorativas, etc), visando a fusão em imagens digitalizadas. As maiores aplicações são em estações digitais de auto atendimento, por exemplo Picture Plus, bem como em Minilabs Digitais, por exemplo FRONTIER.

 

TIFF (Tagged Image File Format): é um tipo de formato de arquivo digital muito comum entre o meio de edição profissional de imagem. Tem a vantagem de permitir um tipo de compactação (LZW) sem perda de qualidade (oposto do formato JPEG). Este formato geralmente gera arquivos de tamanho muito grande para ser enviado pela internet.

 

WHITE BALANCE: sistema disponível em câmaras digitais para adequação de uma captura correta da imagem de acordo com a temperatura de cor da luz na cena. A maioria das digitais oferece o modo automático de White balance, no qual a câmara faz a leitura de cores gerais da cena e ajusta o balaço de branco segundo dados programados.

 

ZOOM DIGITAL: é um recurso eletrônico das câmeras digitais que aproxima o assunto da foto por meio da ampliação de uma área selecionada do CCD. Uma câmera com CCD de 1.600 por 1.200 pixels, por exemplo, ao fotografar com zoom digital de 2x, vai produzir uma imagem com a metade da resolução, ou seja, 800x600 pixels.
Fonte: www.fotolab.com.br

 



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