enchentes e afogamentos

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Segurança em Enchentes e Afogamentos !

 

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Enchentes

A chuva inundou a cidade e você está em local seguro. Não se aventure a enfrentar correntezas e inundações. Os riscos são muito grandes.

Se você precisar mesmo sair, sintonize as rádios que divulgam informações sobre o tempo e as áreas afetadas por alagamentos.

Faça o seu roteiro de deslocamento evitando esses locais.

Se a água invadir sua casa, saia e procure um local seguro.

Não passe por áreas alagadas.

 

Se você estiver no carro durante a chuva forte:

Dirija devagar
Mantenha o carro sempre acelerado.
Mantenha boa distância do carro da frente.

 

Caminhe na calçada junto aos muros e longe dos postes.

Não passe por pontes e pinguelas improvisadas.

Cuidado com as águas e a lama das enchentes, pois podem transmitir doenças.

Não deixe seu filho brincar nas águas das chuvas e enxurradas.

 

Ajude a evitar enchentes:

Mantenha limpos os ralos e calhas.
Não jogue lixo ou entulho em bueiros, rios e galerias.
 
 
 

Afogamentos e Primeiros Socorros

Evite Afogamentos

Ao andar de barco, caiaque ou lancha, use sempre os equipamentos de segurança. Se o barco virar, você não corre o risco de afogar.

Nunca tire os equipamentos de segurança nem mergulhe em águas desconhecidas..

Obedeça a sinalização nas praias, represas e rios, pois dela também depende a sua vida.

Mantenha distância das pedras e bocas de rios pois o que lhe parece bonito e atrativo constitui também um perigo de afogamento.

Nunca entre na água após as refeições. Quando estiver na praia ou pescando num rio, coma somente alimentos leves e beba moderadamente. Dessa maneira, não terá congestão nem perderá o equilíbrio.

Não deixe crianças pequenas e que não sabem nadar brincarem sozinhas na praia, na beira de rios, lagos ou piscinas.

Os salva-vidas trabalham para garantir a sua segurança nas praias e locais de banho; porém, se não contarem com a colaboração de todos, muitas pessoas continuarão a morrer afogadas.

Se você precisar de alguma orientação, procure o salva-vidas. Você poderá localizá-lo pelas bandeiras de identificação.

 

Saiba como Socorrer o Afogado

O afogamento é uma das formas mais comuns de asfixia.
Os primeiros socorros são idênticos para crianças e adultos.
Veja como fazer:

Aja com rapidez

Retire o afogado da água o mais depressa possível.
Antes de iniciar a respiração artificial, tire a água que o afogado engoliu e que penetrou nas vias respiratórias.
Para tanto, coloque o afogado de bruços, erguendo-lhe a cintura a uns 45 centímetros do chão, de maneira tal que a cabeça fique mais baixa que os pulmões e o estômago.

Sacuda o afogado para que a água saia. Não perca com isso mais que meio minuto.

 

Coloque o afogado na posição correta

Em seguida, prepare o afogado para receber a respiração boca a boca.

Vire-o de costas e coloque a cabeça dele em posição adequada: com uma das mãos levante o pescoço e com a outra force a cabeça para trás.
Em seguida, com os polegares, abra a boca do afogado e verifique se há algum material obstruindo a passagem do ar: sangue, dentadura, vômito, etc. Retire-o antes de iniciar a respiração.

 

Inicie a respiração boca a boca

Conserve a cabeça da vítima na posição correta, colocando uma das mãos sob o queixo e outra sobre a testa. Com a mão que está sob o queixo, empurre delicadamente o maxilar para trás fazendo com que o pescoço fique esticado e as vias aéreas liberadas.

Com os dedos da mão que está sobre a testa, aperte as narinas do afogado para evitar que o ar escape.
Ponha sua boca aberta sobre a dele, soprando fortemente até notar a expansão do peito do acidentado.

Afaste, então, sua boca para que haja expulsão do ar e assim se esvazie o pulmão do acidentado. Repita a manobra num ritmo de 15 a 20 vezes por minuto, até que a respiração esteja normalizada. Quando isso ocorrer, coloque o afogado em uma cama aquecida.Continue a vigiá-lo, pois a qualquer momento poderá cessar novamente a respiração ou ocorrer uma síncope.

Ele não deve levantar-se pelo menos por 24 horas.

O mesmo método da respiração boca a boca pode ser aplicado nos casos de asfixia causada por saco plástico enfiado na cabeça, comum nas brincadeiras de crianças.

 

 

 

 

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