* Especial Etiqueta no Trabalho

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A
Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação
de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações
de e-mail marketing.
Trata-se de uma série de recomendações que conduzem
a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta
de marketing.
Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.
1
- Ética .
Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua
detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.
2
- Opt in .
O primeiro recebimento é muito importante, porque
marca o início da relação.
É preciso ter permissão para prosseguir o
relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura
como quando é procurado.
Quando
é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo
recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do
produto ou serviço oferecido.
Quando
é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se
informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço
oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in.
Se a pessoa
não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender
que não deseja receber novas mensagens.
3
- Opt out .
Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa
do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens
de determinado emissário.
4
- Uso do endereço eletrônico .
Quando houver cadastro prévio,
deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para
o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios
ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens
comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso.
5
- Tamanho dos arquivos .
Procure sempre limitar o tamanho dos
arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos.
Deve-se
ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica
(software, hardware e modalidade de conexão).
Sugere-se mensagens no
formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que
as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas
em servidor próprio.
6
- Auto-executáveis .
Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento.
Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail
conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo
que não é necessariamente desejado pelo receptor.
Essa modalidade de
arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária
ou não).
7
- Relevância .
O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem
de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se
sempre com o conceito de relevância.
8
- Freqüência .
Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente
que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento
de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas
de periodicidade que lhe são oferecidas.
Quando não for possível oferecer
que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das
mensagens.
9
- Política de relacionamento.
É sempre conveniente que se tenha
clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito
por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor.
O FazFacil recomenda uma visita a este excelente site sobre Relações
e Organização no trabalho.
Saber o que há de novo e relevante na área de gestão
empresarial são exigências básicas para qualquer
profissional preocupado com a sua capacidade de competir.
Muitas sugestões
de grande valia para quem quer ficar bem no mercado de trabalho, assim
como para quem pretende empreender uma atividade .
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