Horta Plantio - IV

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FORMAÇÃO DE MUDAS DE MARACUJÁ
Época:
semear o ano todo em regiões quentes. Onde a temperatura do inverno é inferior a 15 ºC, semear somente de julho-agosto até janeiro.
Recipientes:
sacos de polietileno pretos, com furos, tamanho 14 x 28 cm, ou tubetes de polietileno (o maior de todos).
Substrato:
2 partes de terra, 2 de esterco de curral bem curtido e uma
de material volumoso curtido (bagaço de cana, serragem, casca de
café ou de arroz, torradas).
Acrescentar uma parte de areia em solos muito argilosos.
Adubar cada metro
cúbico do substrato com 2 kg de calcário dolomítico
e 1 kg de superfosfato simples.
Em tubetes regar periódicamente
com solução nutritiva.
Semeadura:
colocar as sementes de molho por 24 hs antes de semear.
PLANTAR
2 SEMENTES POR RECIPIENTE, bem raso, cobrindo-as com 3 mm de substrato.
A germinação ocorre entre 14 e 21 dias após a semeadura.
Ralear para 1 muda por recipiente, a mais vigorosa.
Viveiro:
controlar preventivamente as doenças fúngicas, aplicando-se oxicloreto de cobre a 0,3%, a cada 15 dias na estação seca e a cada 7 dias nos períodos úmidos.
Tempo de preparo:
mudas de sacos plásticos levam de 60 a 80 dias
para emitir a primeira gavinha, quando então devem ser levadas para
o campo.
Mudas de tubetes formam-se em 40-45 dias, sendo transplantadas
mais cedo e menores, o que exige maiores cuidados quanto à irrigação.
Espaçamento recomendado:
5 a 6 m entre plantas e 3 a 4 m entre ruas.
PRINCIPAIS INSTRUÇÕES DE CULTIVO DO MARACUJÁ
Clima e solo:
próprio para regiões tropicais e subtropicais,
com temperatura média mensal de 20 a 32ºC, precipitação
anual de 800 a 1.700 mm anuais, bem distribuída, e alta luminosidade.
Não tolera geadas ou ventos frios.
Evitar face sul do terreno.
Plantar
em solos de textura média, profundos e bem drenados.
Não
utilizar baixadas, solos pedregosos ou com possibilidade de encharcamento.
Práticas de conservação do solo:
plantar em nível e manter cobertura vegetal sempre roçada nas entrelinhas.
Propagação:
utilizar sementes de origem controlada.
Produção de mudas:
semear o ano todo em regiões muito
quentes.
Em regiões com inverno demarcado, semear em agosto-setembro,
dois meses antes do início das chuvas.
Utilizar sacos plásticos 14 x 28 cm, ou tubetes de polietileno.
Plantar duas sementes por recipiente.
Desbastar após germinação, deixando apenas a muda
mais vigorosa.
Controlar preventivamente as doenças no viveiro com oxicloreto de
cobre a 0,35% a cada 15 dias na estação seca a cada 7 dias
nos períodos úmidos.
Levar para o campo em 60 a 80 dias, antes da emissão da primeira gavinha.
Plantio:
de outubro a março.
Em regiões muito quentes, pode
ser feito o ano todo, desde que haja umidade no solo.
Plantar as mudas em covas ou sulcos, com cuidado, para não ferir
a raiz e não destruir o torrão.
Coroar a planta, fazendo uma bacia de irrigação capaz de
conter pelo menos 10 litros de água.
Espaçamento:
5 a 6 m entre plantas e 3 a 4 m entre ruas (espaldeira).
Covas:
40 x 40 x 40 cm ou sulcos de 50 cm de profundidade (aberto com sulcador).
Calagem e adubação:
de acordo com análise de solo, elevar a saturação por bases a 80%, com calcário dolomítico.
Adubação de plantio:
colocar, por cova ou metro linear de
sulco, 30 a 50 litros de esterco de curral curtido ou composto (ou 5 a
10 litros de esterco de galinha), 200 g de P O , 200 g de calcário
dolomítico, 4 g de Zinco e 1 g de Boro.
Misturar todos os 2 5 adubos e o calcário com a terra, pelo menos
30 dias antes do transplante.
Adubação de formação:
após o pegamento, aplicar em cobertura ao redor de cada planta, 10 g de N aos 30 dias: 15 g aos 60 dias, 50 g de N mais 50 g de K O aos 90 dias.
Micronutrientes:
em solos deficientes, aplicar juntamente com a primeira parcela da adubação de produção, no início da estação chuvosa, 2 kg/ha de B e 4 kg/ha de Zn, ou via foliar, com três pulverizações (outubro, janeiro e abril), utilizando calda com 300 g de sulfato de zinco, 100 g de ácido bórico e 500 g de uréia por 100 litros de água.
Sistema de condução:
espaldeira com 1 fio de arame liso número 8 ou 10, fixo com mourões de 2 m de altura (mais 0,5 m enterrado), espaçados de 5 a 6 m.
Pragas e doenças:
em maracujá-amarelo, pulverizar, quando
necessário, de manhã bem cedo para não afetar os insetos
polinizadores.
Controle biológico para lagartas – Bacillus thuringiensis;
lagartas, percevejos e besouros – fenthion ou cartap; mosca-das-frutas
iscas atrativas, feitas com 7% de melaço mais fenthion em água.
Doenças fúngicas – tratamento preventivo com fungicidas
cúpricos.
Podas:
Poda de formação - conduzir a muda com haste única.
Desbrotar periodicamente, até que ultrapasse o arame de sustentação
em 20 cm.
Despontar.
Escolher duas brotações laterais para formar os cordões
horizontais, um para cada lado da planta.
Manter todas as brotações
surgidas desses cordões, pendendo livremente na vertical (cortina
produtiva), eliminando-se as gavinhas até 60 cm abaixo do arame.
Polinização:
Natural - exclusivamente por mamangavas.
Artificial - manual, complementar e cruzada.
Fazer entre 13 e 17h (maracujá-amarelo),
nos picos de florescimento, por movimento ascendente nas flores, com as
pontas dos dedos.
Coletar pólen de diferentes flores, distantes umas das outras, antes
de iniciar a operação de forma contínua.
Outros tratos culturais:
manter as entrelinhas permanentemente roçadas.
Trilhar as linhas 0,5 m de cada lado.
Escorar a espaldeira em áreas sujeitas a ventos fortes e durante
o pico de produção (segundo ano).
Irrigação:
utilizar irrigação localizada,
por micro-aspersão ou gotejamento.
A quantidade de água a ser aplicada depende do clima, solo, estação
do ano e idade da planta.
Não utilizar aspersão e pivô central.
Colheita:
efetuar duas vezes por semana.
Pico de safra de fevereiro a
abril.
A ausência de calor, de umidade e de dias longos determina entresafra.
Culturas intercalares:
não plantar algodão e abacaxi.
Clima:
A laranjeira, e os outros citros, preferem climas com temperatura
entre 23 e 32 °C e umidade relativa do ar alta.
Acima de 40 °C e abaixo de 13 °C, a taxa de fotossíntese
diminui, o que acarreta perdas de produtividade.
Os frutos produzidos nos climas mais frios, em geral, são mais ácidos
e apresentam coloração da casca e do suco mais intensa.
Nos
climas mais quentes os frutos são mais doces.
Solo:
Solos profundos e permeáveis, com boa fertilidade (pouco ácidos
-- pH entre 5 e 6 -- e com ampla reserva de nutrientes) permitem maior
desenvolvimento das árvores e maior produção de frutos.
Constituem condições desfavoráveis às plantas,
solos pouco profundos, de textura muito argilosa que favoreçem o
encharcamento, comum nas porções baixas do terreno, ou compactação
de camadas subsuperficiais que limitam o desenvolvimento do sistema radicular;
solos arenosos e pedregosos, cuja capacidade de retenção
de água é baixa; e também solos alcalinos, ácidos
e salinos que também limitam o desenvolvimento das raízes.
Em pomares caseiros, o plantio é mais simples.
Plantio :
As mudas de citros, no Estado de São Paulo, são
produzidas por viveiros credenciados; normalmente apresentam haste única,
normalmente com 50 cm de altura, que precisam de cuidados para formação
das “pernadas”, que são feitos com a seleção
de três a quatro brotos lançados após pegamento no
campo.
Em outros estados, é possível encontrar mudas já formadas.
Em pomares domésticos, pode-se abrir covas com 0,4 m x 0,4 m x 0,4
m, mistuando-se à terra, calcário e fertilizante orgânico.
As mudas podem ser plantadas alinhadas, com espaçamento de cerca
de 7 a 6 m entre linhas (ou ruas) por 5 a 3 m na linha.
Os espaçamentos maiores são utilizados para plantas de grande
porte como o limão e outras variedades vigorosas e os menores para
as tangerinas, como a Ponkan.
Em chácara e quintais, é possível plantar árvores
de diversas variedades para garantir produção durante o ano
inteiro.
Não existe uma área mínima para o plantio
de um pomar.
Uma planta no jardim pode trazer momentos bastante agradáveis
ao “produtor”.
Contudo vale lembrar que quanto maior a área,
maiores serão os cuidados e investimentos necessários para
se colher “bons frutos”.
O plantio deve ser realizado no início da estação
chuvosa, de preferência em dias nublados.
Ainda, é possível
fazer o plantio o ano todo, dependendo do tamanho do pomar a ser plantado
e da possibilidade para fazer a rega das mudas.
Tratos culturais: Nos primeiros dois anos, após plantio das mudas,
ocorrem brotações abaixo da bifurcação da copa
e na região do porta-enxerto. Estas devem ser eliminadas manualmente
assim que aparecerem.
São retirados também ramos mortos ou doentes e mal dispostos
nas árvores adultas.
Para pomares caseiros, a adubação pode ser feita com fertilizantes
minerais (tipo NPK 10:10:10) ou orgânicos (tipo estercos curtidos);
deve ainda ser realizada durante a primavera e o verão.
As doses variam bastante com a idade das plantas e a produção
de frutos, bem como as formulações encontradas no comércio.
Pode-se aplicar três a quatro vezes no período indicado, para
plantas pequenas de 200 a 400 g/planta/parcelamento da fórmula 10:10:10
ou quantidade equivalente de outro fertilizante; para plantas adultas utiliza-se
de 500 a 1.000 g.
Recomenda-se espalhar o fertilizante ao redor da planta para evitar a concentração
do produto na superfície do solo e a “queima” de raízes
e folhas.
É interessante aplicar, parte do fertilizante mineral, na forma
orgânica.
Ainda, a cada dois ou três anos, aplicar cerca de
2.000 g de calcário por planta, para corrigir a acidez do solo e
fornecer os nutrientes cálcio e magnésio.
O controle do mato deve ser feito com o uso de herbicidas e roçadeiras, para:
i) reduzir a competição entre espécies pelo uso da água
e de nutrientes, e os possíveis prejuízos à produção
de frutos,
ii) aumentar os nichos de ocorrência de inimigos naturais de pragas
e doenças e
iii) melhorar a conservação do solo.
O plantio de um cultura intercalar é recomendado, desde que sejam
seguidos critérios, tais como, porte baixo das espécies escolhidas,
manutenção de 1,0 a 1,5 m livre a cada lado da planta cítrica,
eficiência no controle fitossanitário de ambas as espécies,
compatibilidade no emprego de defensivos etc.
Alguns exemplos de cultivos intercalares podem ser: milho-pipoca, quiabo,
berinjela, abacaxi e mamão, que podem apresentar interesse econômico,
ou adubos verdes, como lablabe, guandú, crotalária e mucuna-anã,
que apresentam retorno indireto pelos benefícios trazidos ao solo.
As tangerineiras, normalmente, requerem o desbaste ou raleio de frutos jovens (até 3 cm de diâmetro) paragarantir o bom desenvolvimento da planta e qualidade dos frutos.
Pragas e doenças:
A laranjeira e os outros citros são atacados
por ácaros, cochonilhas, coleobrocas (besouros que perfuram tronco
e ramos), pulgões, moscas-das-frutas, lagartas, cochonilhas e formigas.
As doenças mais comuns são causadas por fungos: verrugose
(lesões nas folhas e brotos), gomose (afeta os ramos, raízes
e caule), melanose (lesões nos frutos, folhas e ramos), rubelose
(ramos e tronco), mancha preta (frutos), e bactérias: cancro cítrico
(folhas, ramos e frutos), clorose variegada dos citros (folhas e frutos)
e huanglongbing (HLB) = ex-greening (folhas e frutos).
O cancro cítrico
e o HLB, são doenças denominadas quaternárias A2 e,
por força de lei, as plantas infectadas devem ser arrancadas dos
pomares, inclusive dos pomares domésticos.
A manutenção do pomar em bom estado fitossanitário
requer vigilância sistemática e efetiva ao aparecimento de
problemas. Assim, amostragens ou inspeções periódicas
(semanais ou quinzenais) devem ser efetuadas nas plantas para detecção
de qualquer praga no início de seu ataque.
Assim, diagnosticado o problema, recomenda-se buscar orientação
técnica para tomada de medidas de controle.
No caso de doenças,
a prevenção é a forma mais utilizada de controle,
devendo também ser orientada por um técnico.
Existe no comércio
diversos produtos agroquímicos (defensivos), cada qual com especificidade
de controle, seletividade a inimigos naturais e toxicidade ao aplicador
e ao consumidor.
A escolha correta do defensivo é importante no sucesso da pulverização.
Colheita:
A evolução da maturação das frutas
cítricas pára após a colheita.
Por isso é conveniente
esperar até que as laranjas estejam maduras, para a colheita, quando
os frutos tendem a ser mais doces e menos ácidos.
A laranjeira, e outras variedades, começam a produzir no terceiro
ano, se forem reunidas as condições ideais de clima e solo.
A produção de frutos aumenta até o 10o ano, quando
as árvores são consideradas adultas. Produz bem até os
20 anos.
A safra é anual e dura, para cada variedade, entre dois e quatro
meses.
A produção média de uma árvore fica em torno
de 100 quilos.
É preciso ter cuidado durante a colheita. Quando o fruto é derrubado
no chão, podem ocorrer pequenas lesões e ferimentos provocados
pelo contato com grãos de terra ou areia.
Mesmo quando microscópicos,
esses ferimentos podem facilitar a entrada de fungos e bactérias
que causarão o aprodrecimento precoce do fruto.
Fonte: www.iac.sp.gov.br
Clima e Solo:
A nespereira se desenvolve bem em regiões onde a temperatura média anual está acima de 15ºC, não sujeitas a temperaturas abaixo de 3ºC, condições que ocasiona a morte dos frutos novos.
As raízes da nespereira são profundas, podendo, entretanto
a planta tombar sob a ação de ventos fortes, se o porta-enxerto
for o marmeleiro, de raízes mais superficiais.
Os ramos são
resistentes, não havendo perigo da quebra pelo vento, mas os frutos
podem ser prejudicados pela fricção contra as folhas e ramos
vizinhos.
Assim, recomenda-se a instalação do pomar nas faces
menos batidas pelos ventos, ou pela conveniência de utilização
de quebra-ventos.
Produção de mudas:
As mudas devem ser produzidas em recipientes,
sendo as sementes extraídas de frutos maduros, secas à sombra
e semeadas em cerca de uma semana, garantindo assim elevada germinação.
As mudas são enxertadas sobre pés francos de porta-enxertos
oriundos de sementes da própria nespereira, de qualquer cultivar,
uma vez que ainda não existe porta-enxerto específico.
O ponto de enxertia ocorre após 8 a 12 meses da semeadura, onde o porta-enxerto encontra-se com 1 cm de diâmetro na região de enxertia (30 a 40cm de altura). A enxertia se faz em qualquer época do ano, por processo de garfagem, preferivelmente do tipo “inglês simples” e cobertura com saco plástico enrolado ao garfo (enxerto).
É importante que cerca de três a quatro folhas sadias do porta-enxerto sejam deixadas abaixo da parte enxertada, o que garante o melhor pegamento e mesmo o desenvolvimento das mudas enxertadas.
Espaçamento :
Os espaçamentos requeridos para a nespereira
são 8 x 4 m a 8 x 6 m (plantio convencional; nespereira/nespereira)
e 4 x 2 m a 5 x 3 m (plantio adensado: nespereira/marmeleiro).
As quantidades
de mudas necessárias são: 207 a 312 e 666 a 1.250/ha, de
acordo com o espaçamento.
Plantio:
De acordo com a análise de solo, aplicar o calcário
para elevar a saturação por bases a 70%.
Aplicar o corretivo em área total, antes do plantio ou mesmo durante
a exploração do pomar, incorporando-o mediante aração
e/ou gradagem.
O plantio das mudas deve ser realizado no período quente e chuvoso de cada região. Para o Estado de São Paulo, recomenda-se o plantio a partir de outubro.
As covas devem ter dimensões de 60x60x60cm.
A primeira camada de solo (até os 30 cm iniciais), é separada
do subsolo (demais 30 cm) e misturada com 2Kg de esterco de galinha ou
10Kg de esterco de curral curtido, 1Kg de calcário, 160g de P2O5
e 60g de K2O.
Essa mistura é colocada no fundo da cova, completando-se
o que faltar com a terra provinda da raspagem superficial do terreno.
A do subsolo é utilizada para a construção da bacia
ao redor da muda, após o plantio.
Adubação
Plantio:
Em cobertura, a partir da brotação das mudas, aplicar ao redor da planta, a cada dois meses, 60g de N, em quatro parcelas de 15g.
Formação:
Para plantio convencional, no pomar em formação, em função do resultado de análise de solo e idade da planta, aplicar 60 a 120g planta-1 de cada um dos nutrientes: N, P2O5 e K2O, sendo a dose de N dividida em quatro parcelas, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.
Tratos culturais:
As principais técnicas culturais empregadas na
cultura da nespereira são: capinas, podas de formação
e de limpeza, desbaste e ensacamento dos frutos.
O desbaste dos frutos e a proteção dos remanescentes, três
a cinco por cacho, com folhas duplas de papel são operações
indispensáveis para a obtenção de produto comercializável.
O ensacamento com papel opaco, além de proteger as frutas contra
as pragas, controla a incidência de “manchas-arroxeadas”,
o que deprecia amplamente os frutos para o comércio, especialmente
no cultivar Mizuho, o mais suscetível a esse distúrbio genético-fisiológico.
Principais pragas e doenças
: As principais pragas que atacam as
nespereiras são os pulgões, mosca-das-frutas e a mariposa
oriental.
No caso das doenças, apenas há maiores preocupações
com a entomosporiose, em plantas jovens e a antracnose, eventualmente em
plantas adultas. Como medida de controle, deve-se realizar pulverizações
com produtos a base de cobre, sempre rotacionando o princípio ativo
do produto comercial a cada aplicação, para assim evitar-se
possíveis resistências dessas enfermidades.
Colheita:
A época de maturação dos frutos da nespereira
se estende de maio a outubro, quando há escassez de outras frutas
estacionais no mercado .
O período longo da safra provém do fato de a nespereira ter
o hábito de florescer por etapas, num ciclo também bastante
amplo.
Essa é a razão pela qual a produção
das nêsperas é muito menos afetada que a das outras culturas,
nos anos em que ocorrem intempéries, como geadas e secas prolongadas.
A colheita é manual, mediante a coleta das pencas com os frutos
já maduros.